domingo, 5 de julho de 2015



Que porra.

Não me apetece mais. Merda para os exames e para o estudo interminável. Não consigo absorver mais informação, tenho a cabeça tão, mas TÃOOO cansada...
Sinto-me exausta. Desmotivada.

Tenho todas as cadeiras feitas (miracles happen), mas nãooo! A Carolina não consegue estar satisfeitaaaa... (Ambiciosa de merda!!) 

Decidi subir notas, e apesar de já puder estar de férias há (pouco) mais de uma semana, continuo fechada em casa a estudar, porque a minha média tem que subir, porque tenho de entrar num mestrado decente e blá blá blá!!!
E o estudo não rendeu absolutamente nada. Não faço ideia porque é que vou aos recursos. A minha estupidez está sempre a surpreender-me!

Que porra, estou mesmo cansada!

domingo, 12 de abril de 2015

Sinto o coração na minha cabeça, cada baque faz com que eu estremeça. A dor é mais forte a cada batida e não pára. 
Os meus olhos são da cor do sangue e o meu rosto está completamente encharcado. Estou tão cansada. Farta desta tristeza e do choro que não pára. Já nem preciso de chorar, mas as lágrimas caem na mesma. Lágrimas de cansaço...
Olhei de frente para o espelho e deparei-me com uma estranha, bastante mais velha do que eu.
Limpei as lágrimas e deitei-me no sofá.

O telemóvel começou a tocar, ignorei. Ouvi alguém dizer o meu nome ao longe, mas como ultimamente a minha mente é um novelo de informação sem nexo, não liguei.
Bateram à porta. O telemóvel estava outra vez a tocar. Ergui-me do sofá e dirigi-me à porta. Evitei olhar o espelho da entrada, prendi o cabelo e tentei um sorriso.
Assim que abri a porta e vi que era ele... bem, a minha vontade era sorrir a sério e abraça-lo mas comecei de novo a chorar. Foi ele que me abraçou.


Hoje foi mais uma despedida. 
Obrigada por me tirares um pouco desta melancolia, mesmo que tenha sido apenas por uns meros minutos.
Sabes que te amo.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Olhei para trás e sorri... Nunca pensei que isto de facto pudesse acontecer. Pena já não falar contigo, não saber nada de ti, gostava de ter mantido uma amizade. Mas não sei porquê, ao longo do tempo, mantive sempre um carinho por ti, preocupo-me contigo de certa forma, e quero que estejas bem. 
Falar contigo é algo que me faz ficar um pouco nostálgica, tenho saudades disso.
Queria uma chance, uma oportunidade de reparar uma amizade que foi mal construída e a qual eu prezaria se existisse.

Talvez um dia, em que arranje coragem, te explique isto, de forma a que entendas e acredites que te quero bem, só isso.  

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Que seja um novo começo, uma nova chance, uma nova lufada de ar fresco... 

Que traga uma mudança, pois bem preciso dela. 
Algo que revigore o espírito e nos encha de felicidade.

Bom ano 2015!